, part of me
« theme por muitoseu »
Fico perdida em meio a lembranças. Me pego mexendo em coisas antigas, e lembrando de velhas histórias. Lembro de todas as palhaças que eu fazia só pra ver as pessoas que eu mais amava sorrir.
As coisas nem sempre são como a gente quer que seja. Quanta coisa está fora do lugar. Quantas vezes tive que me conformar com um triste fim que eu nunca desejei.
“Sabe como é, a gente está morrendo por dentro, mas não demonstra. Então as pessoas não percebem, e acham que você está bem. São poucos os que te conhecem, poucos que sabem que um “estou bem” é na verdade “estou mal pra caralho”. São poucos que vão reparar o quando você está machucada, bem poucos mesmo. Eu já me acostumei a esconder o que sinto, me acostumei a colocar um sorriso no rosto mesmo quando ele não devia estar lá. Já me acostumei a mentir com a maior cara de pau de todas que não tenho nada. E confesso que até mesmo me enganei com isso. Me iludi que ficar no meio das pessoas faria parar de doer. Que eu iria distrair a mente e pensar em coisas novas. Achei que assim como eu fui substituída poderia substituir algumas pessoas. Fui levando uma vida de mentira, na intenção de tornar verdade. Fui vivendo de aparências enquanto meu coração estava sendo destruído por dentro.”

“Bosta de carência básica infantil, que nos torna para sempre patéticos, jamais capazes de vencer essa necessidade de alcançar o amor. O amor, o amor, o amor. Vá para a puta que o pariu o amor! Todo esse imperativo de amar é puro masoquismo. De ser amado, mero sadismo. Os fatos simplesmente são como são: Amar é mais importante até que ser amado, amar faz com que a gente tente ser melhor para conquistar o outro e acaba conquistando o mundo. O amor é uma eterna psicose, você esquece de si e vai viver através do outro. Maldita condição humana de ter como maior desejo o de ser desejado por outro ser humano! Maldito seja o amor!”
— (via lek-med-ord)

“Não é sono, não é falta de tempo, não é dor física, muito menos depressão. Só vontade de me desligar do mundo por alguns segundos”
— Caio Fernando Abreu.

“Não quero lembrar. Faz mal lembrar das coisas que se foram e não voltam. Agora já passou. Não sinto raiva, não sinto nada. Sinto saudade, de vez em quando. Quando penso que podia ter sido diferente.”

“Eu não tenho estrutura emocional pra existir.”
 Tati Bernardi    

 Você já sentiu loucamente a falta de alguém?